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Ulisses Marta da Cruz enviou os equipamentos da concorrência, a seco sem texto e pergunto eu, quando chegam os nossos?
Somente uma opinião em blog
Tem noites que à tarde mais vale não sair de casa de manhã.
Cumprindo obrigações familiares e profissionais vejo-me remetido ao lar, a um canto de trabalho onde dou um olho à televisão.
Não entendo o que fazem estrangeiros (pelo que percebo) na Avenida da Liberdade a fazer fogo, coisa que está vedada ao Senhor Xouriço e sus Jagunços.
No Restelo
Entre dois consócios ouço a expressão " vê lá senão queres ser banido à range!", "o qué isso?", " quer dizer se não atinas cortam-te o pio... ".
Não sei, mas imagino quem levou a definição, é uma pérola que retive na memória, talvez a melhor definição dentro da subjectividade que encerra.
Convém explicar que para as personagens, um computador pela melhor das hipóteses é um tipo que ganha algum na parte de baixo do estádio, junto à capela.
Na sequência de outros debates, chego à conclusão que o "banido à range" se implantou na velhosfera do Restelo como condição "sine qua non" de modernidade, valha nos isso mais as discussões de temas lançados na blogosfera que fazem questão de acompanhar por personagens mais completas nestes assuntos.
Na net
Esta não estava prevista, no e-mail recebo um rasgado elogio, tudo bem agradeço e não reproduzo por demasiado ostensivo, mas o dito aproveita para lançar a maior crítica e castigo que me lembre.
Não legendamos as fotos de modo a que quem está fora do contexto entenda as personagens.
É verdade e penitenciamo-nos pelo facto, concretamente foram-nos questionadas determinadas fotos, nestes casos e por insuficiência nossa não sabemos o nome de algumas personagens.
Reconheço, registei e a partir deste momento mencionarei as personagens que têm efectivamente relevo.
É certo que alguns figurões vai ser dificil de engolir, mas esses todos conhecem (?) bem, quando não forem referenciados é porque não se justifica.
Enfim não nos peçam para identificar quem não conhecemos ou o nome de milhares à fila em dias de jogo.
Gostei deste e-mail, não pelo elogio que não é desprezível, mas pela franqueza de acusar as minhas insuficiências.
Marco Aurélio não vai continuar oficialmente no Belenenses, provavelmente porque pressentiu que não iria ser feliz. No entanto ele permanecerá para sempre no coração dos adeptos pelas capacidade técnicas e humanas que apresentou enquanto jogador e capitão de equipa. A concorrência mostrou-se à altura e há que não tapar a juventude. Costinha, Marco Gonçalves e Marco Pinto (?) são bons guarda-redes e certamente cumprirão adequadamente as suas funções. Marco Aurélio continuava a ser o melhor no controlo e comando de área e posicionamento e dificlmente qualquer dos candidatos atingirão níveis semelhantes em tais aspectos.
No inquérito que tivemos a correr, a grande maioria dos nossos visitantes (59%) queriam que ele continuasse, mas Marco pensou e decidiu mudar o rumo da sua vida. Desejo-lhe a melhor sorte do mundo para o futuro.
Trinta anos atrás veio a moda mas meias e calças brancas, um espectáculo nas boites com o uso da novidade "luz negra" que fazia sobressair a vestimenta dos utilizadores.
A meia adquiriu a designação "pé de gesso" e a calça "homem dos gelados", quando se estava fora de época ou tempo de chuva dizia-se " Calças brancas em Janeiro é sinal de pouco dinheiro", quer dizer "teso" caso o uso não fosse de sol aberto.
Por esse tempo o falso branco revelavasse e o AJAX lava mais branco não podia encobrir o sujo e amarelados encobertos, o uso do negro estava reservado a guetos mais ou menos afectos a gatos pingados.
Hoje de acordo com o escalão etário dos nossos leitores, muitos não entendem as comparações e um dia destes metemos legendas ou glossário.
Nessa altura era moda os homens usarem solas com 3 cms e saltos(tacões) de 7, tal como as socas e outros adereços que não lembram aos míudos actuais.
Os telemóveis e PCs não havia.
Os cabelos compridos faziam as delícias de muito jogador que não conheçe cabeleireiro, mas nesse tempo existia o barbeiro onde se fazia a barba.
Ninguem se atrevia a desvalorizar os Belenenses e havia jogos de matrecos onde a equipa era permanentemente contendora, aliás onde chegou a pontuar uns anos antes a Académica.
Em qualquer feira ou loja podia-se comprar um azulejo, uma graçola de barro, um copo, prato ou um cinzeiro com o símbolo do Belenenses e o que era raro era o fcp.
Recordo uma feira de infância, o São Mateus de Elvas, onde a maior gama de artigos era do Belenenses e para os adeptos de outros clubes quando queriam associar a funcionalidade ao clubismo, tinham que abdicar por falta de oferta.
Os Belenenses foram indevidamente esquecidos, quiçá por culpa própria, mas aqueles que abraçam a profissão de jornalistas, especialmente na área do desporto têem obrigação de estudar a história, valorizar a dimensão do clube que cobre e sobre a sua missão, têem que fazer o trabalho de casa.
Para re-erguer o clube estamos cá nós, façam o favor de respeitar ou desaparecem.
Percebo que esta geração está limitada por títulos académicos e ergue a cabeça como se ao fim de 20 anos de estudo de muitas disciplinas sejam os maiores e incontestados.
Miseráveis ignorantes que muito sabem da poda e nada sabem da árvore.
Num rasgo vejo Jacinto do Ó que quase aposto não tem licenciatura, mestrado, doutoramento e muitos work shop e consegue fazer uma entrevista telefónica, a partir do deserto como dizem os ministros, fazendo cantar um presidente do maior clube português, Cabral Ferreira que não revela nada que não queira, mas numa prestação altamente esclarecedora e elogiosa.
Os passos visíveis desta direcção de Cabral Ferreira, em nada se devem comparar com a anterior, e se nada temo, começo a temer pelos adversários e decerto não serão jornalistas de quilate duvidoso que nos irão travar.
A oposição desfazada e fora de tempo que não soube fazer o nojo à anterior e conceder o estado de graça à actual, terá que aprender e muito com esta estrutura directiva.
Aproveitar os erros e propor alternativas é saudável, independentemente da colaboração e disponibilidade a que os consócios estão obrigados moralmente, mas tal não pode sustentar ataques extemporâneos a quem se disponibiliza para tentar erguer o clube.
Tempo é coisa que não existe nos tempos modernos, vamos embora que se faz tarde e quero ouvir que os Belenenses vão lutar para ganhar todas as competições em que vão participar.
Não me parece que os lampiões tenham ganho qualquer caneco, nem das caldas e no último dia do campeonato a mensagem era vamos ganhar enquanto matematicamente fôr possível.
É este discurso que exigo aos responsáveis azuis.
ÓVIRAM???????????